Photo reblogged from A Zombie Girl's Fashion Blog with 146 notes
<3
What: 8 Classic Literary poets charm bracelet
Where: Etsy.com/kimarijewlery
Source: girliezombiedreams
Pintei todinho com a Tablet, mas não sei qual versão ficou melhor. :}
É um desenho muito velho e já estava pintado, por isso não deu pra melhorar muito não. Fiz como um teste mesmo.
Hehehehe meu primeiro teste com a Tablet usando o software de Penmail com linhas para escrever em e-mail que veio com ela. ^^ Ela é usada para colorir ao invés de desenhar, mas como eu não tenho nenhum desenho escaneado nesse pc novo, tirei um de cabeça mesmo pra testar.
Não dá pra pintar ou desenhar com esse software como se pinta no photoshop, ele só simula canetas coloridas, de cores fortes ou fracas, mas eu AMEI esse teste com cores que eu fiz… pude perceber que a caneta me tornará a artista que eu sempre quis ser. *_*
Wallpaper kawaii do windows 7… já gostei dele :}
E eu mexendo na Tablet… e amando! Pensava que fosse levar um longo tempo para me acostumar, mas achei mil vezes mais maravilhosa de mexer que um lápis ou caneta. É fantástica! Preciso urgente de um Photoshop que rode no windows 7 pra poder desenhar e colorir com essa caneta melhor do mundo.
The many faces of Armand.
He’s my favorite vampire. I would love to read his own book, but i can’t found it. Anyway, i have the Vampire Lestat book and he appears. It’s cool, i love him.
Lindo plush do Cthulhu! *-* OMG! I WAAAAANT THIIIIS!!!! *———*
Cthulhu is the most famous character created by Lovecraft.
Porém, Jesus Cristo aceitou a mulher pecadora que veio O ver enquanto jantando na casa de um fariseu, enquanto o fariseu se considerou muito superior e poderoso para estar perto da mulher arrependida (Lucas 7:38-39,50). Ele interagiu com a mulher samaritana que não só era uma mulher, também era gentia e de vários casamentos (João 4:9). Este era um dos maiores tabus que Ele poderia ter cruzado.
Jesus não viu nenhuma diferença entre o valor espiritual de um homem e uma mulher, ou entre um judeu e um gentio. Na realidade, o Filho de Deus escolheu viver entre os gentios (Mateus 4:13) e até mesmo elogiou a fé do gentio que confiou em Deus (Mateus 5:24-28).
Jesus andou com pessoas a quem a sociedade considerou inaceitável. Ele foi se encontrar pessoalmente com o doente, o endemoniado, as prostitutas, pecadores, e coletores de impostos (Mateus 8:1-4, 14-17, 28-34, 9:1-7, 10-13; Lucas 15:1).
Não costumo ler a bíblia, apenas o Evangelho segundo o espiritismo que eu acho mais bacana. Mas há certas passagens da bíblia que realmente dizem muita coisa.
Inclusive “Bem aventurados os pobres de espírito” e “Bem aventurados os que choram”.
Os pobres de espírito são pessoas totalmente humildes. Achei interessante um texto em que uma moça atribui isso a góticos.
”(…) Góticos não dão risadas com piadas e programas de humor, não curtem a vida adoidado(no caso dos não cristãos góticos), não andam como a luz do dia com roupas coloridas, não gostam de verão, não gostam do calor, não gostam das praias e piscinas, não gostam da apologia dada ao verão sendo a única forma de vida verdadeira para considerar a vida, não gostam de carnaval, não gostam de escolas de samba, não gostam de funk, de forró, não gostam de axé, não gostam de black-music moderno, não gostam de hip-hop, não gostam de rap, não gostam de sertanejo, não gostam de reggae, não gostam de aderir a moda do tudo colorido, não gostam da moda de exibionismo de erotismo exarcebado de andarem nús e nuas nas ruas, detestam chamar atenção de a única forma de serem apreciados publicamente, não gostam de fazerem do carro como premio e ligarem o som no ultimo volume na competição sonora incomodando as pessoas e vizinhos inclusive de madrugadas e com tudo isso que relatei e muito mais e isso tudo é uma verdade de ter e viver esse comportamento assumidíssimos com bravura e coragem de não ser “normais” e eu assumo literalmente esses comportamentos, (…)”
Portanto, muito cuidado com quem você decide que é certo ou errado através da Bíblia.
Com o post anterior, lembrei de quando eu era mais jovem e fui tentar conquistar um rapaz que tinha ido até a minha escola me conhecer. Todas as minhas tentativas de paquerar um garoto religioso haviam sido frustradas, por causa do meu amor à moda de Lovecraft. Então tentei usar uma máscara, mas aprendi a lição duramente.
Conversamos sobre coisas idiotas de novelas da Globo, músicas de bandinhas que tocam na rádio e nunca ouvi falar e eu tentava elogiar o gosto dele, que na verdade achava terrível.
Ele com idéias de me levar para assistir algum show do Jota quest e falando o quanto os caras do SlipKnot o assustavam, e eu achando ele um tremendo bundão e preferindo mil vezes ir até um concerto assistir as quatro estações de Vivaldi. A cada conversava eu pensava comigo mesmo: “Não é isso que eu quero pra mim, mas acho que tenho que ter um namorado. Tenho que parecer Cool para as pessoas que tanto me rejeitam.”
Papo ía, papo vinha e quando já estávamos quase a ponto de virarmos namorados, minha amiga da escola veio correndo até mim com os livros Frankenstein de Mary Shelley e um DVD de algum filme de terror que eu não me lembro bem qual é, mas era bem satânico. E ela: “Lembrei de você!! Quando vi isso, tive que vir correndo te emprestar!”. Eu fiquei vermelha e o cara ficou me olhando por uns segundos, antes de dar uma desculpa qualquer e ir embora.
Desde então, aprendi que realmente não dá para fingir ser alguém que eu não sou em um relacionamento, algo que em minha mente infantil na época, eu pensei que fosse fácil e duradouro. Mas Deus sempre tira o véu das pessoas de forma constrangedora.
”(…) Na verdade, a excêntrica mãe de Howard lhe dizia que ele era uma garota até quando Howard tinha mais de seis anos, e o vestia com roupas de menina. Ambos encontraram uma fuga em livros coloridos e revistas sombrias, um apetite que aumentou à medida que eles cresceram. (…)”
”(…) Para um dos homens - o cidadão da Nova Inglaterra Howard Phillips Lovecraft - esse choque contribuiu para que ele se tornasse o escritor mais influente da ficção gótica do século XX. (…)”
”(…) As mais importantes excursões do autor eram as mentais - fossem através da extensa correspondência que mantinha com inúmeros correspondentes (composta por mais de cem mil longas cartas) ou dos livros que consumia vorazmente desde muito jovem. (…)”
”(…) Como muitas crianças obrigadas a passar longos períodos dentro de casa, Lovecraft desenvolveu uma vida interior ativa. Ele se fantasiava de cidadão romano, de cavalheiro do século XVIII ou mais sugestivamente, de um mago árabe chamado Abdul Alhazred. (…)”
”(…) O adulto Howard demonstrou uma tendência a desmaiar quando exposto a temperaturas levemente frias, reclamava regularmente de dores de cabeça e tonturas e tinha medo de coisas “esquisitas”, como frutos do mar e cachorros (embora, como muitos daqueles com disposição gótica, Howard tinha sido um amante de gatos). (…)”
”(…) Como o poeta decadente francês Charles Baudelaire, ele encontrou um guia em Edgar Allan Poe, a quem chamou de “o Deus da Ficção”. Se Poe, outro morto de fome americano com pretensões a cavalheiro, vendia seu trabalho a revistas de ficção, Lovecraft resolveu seguir o exemplo. (…)”
”(…) Poe também pode tê-lo influenciado nas questões do coração, embora qualquer um que procurasse esse amante trágico e não correspondido em busca de conselhos amorosos estivesse claramente tentando arranjar problemas. O amor era um assunto em que Lovecraft confessou ser um “ignorante completo” em uma carta de 1919. Todavia, no início da década de 1920, ele começou a cortejar sua bela colega escritora Sonia Greene. Mas este era um amor à moda de Lovecraft: ele a levou em seus lugares favoritos da cidade, como o cemitério de Providence , onde Poe cortejara (sem sucesso) a poeta Sarah Helen Whitman, na década de 1840, e leu para ela passagens das obras de seu ídolo. Durante férias em Massachusetts, Howard encorajou Sonia a escrever um conto gótico, elogiando os resultados tão entusiasticamente que, de repente, ela o beijou nos lábios. Lovecraft, que não havia sido beijado desde a infância, ficou branco como uma folha de papel. Mas, apesar desses momentos embaraçosos, o romance progrediu e, em 1924, eles casaram. (…)”
Trechos do texto comparativo entre H. P. Lovecraft e o psicopata Edward Gein, do livro Goth Chic.
Estão vendo só? Tudo culpa do Edgar Allan Poe. ¬¬ Se a nossa vida amorosa sempre foi um fracasso, a culpa é dele com certeza, que nos inspira a sermos românticos e macabros.
Mas ainda vou conquistar alguém com um amor à moda de Lovecraft… adorei isso. Vou ler algum trecho de “A queda da casa de Usher” do Poe pra alguém e ver se a pessoa me beija, haha.
Mas eu adoraria conhecer a obra de Lovecraft, embora alguns trechos do Goth Chic dizem que alguns de seus personagens possuem deficiências literárias e conteúdo fraco, e que ele era um pouquinho racista em suas colocações. Mas mesmo assim, ele deve ter muitas histórias legais. O Arquivo X é quase todo inspirado nele. De qualquer jeito, é incrivelmente difícil achar livros dele.
Page 1 of 12